Carla Borges, 31, é proprietária de uma casa perto do metrô Belém que transformou em uma república. O imóvel era uma escola infantil e, por isso, tem diversos banheiros e quartos.
Ela diz que a capacidade é para 24 pessoas – 4 em cada quarto. Aluga só para meninas que "comprovadamente estudem ou trabalhem". Segundo ela, a demanda é grande e está valendo a pena transformar o imóvel em república.
A lei de locações não rege esse tipo de negócio, em que mais de uma pessoa coabita. "Mas é importante fazer um contrato para cada habitante do imóvel", explica o advogado Rodrigo Karpat, especialista em direito imobiliário.
Leia mais (01/09/2011 – 07h45)
Folha.com – Classificados – Imóveis – Principal
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